A Funerária Distrital acaba de escrever um novo capítulo na história do setor funerário do Distrito Federal. A empresa reinaugurou sua sede na Asa Sul, em um evento reservado para convidados, apresentando uma loja totalmente reformada, ampliada e reestilizada, que consolida um novo conceito de atendimento: mais humano, acolhedor e focado em homenagear histórias de vida.
A cobertura do evento foi realizada pelo Tribuna do Brasil, por meio do jornalista Anderson Miranda, que conduziu uma entrevista exclusiva com o proprietário da Funerária Distrital, Virgílio Neto. Ao longo da conversa, Virgílio detalhou a filosofia que sustenta esta nova fase da empresa e as mudanças concretas na estrutura física e no atendimento às famílias.
Logo no início da entrevista, Anderson Miranda contextualiza o momento: trata-se de uma reinauguração de uma funerária que já era tradicional em Brasília, mas que agora se apresenta com “um estilo muito mais moderno, acolhedor e humanizado”.
Ao ser convidado a explicar o novo conceito, Virgílio Neto foi direto ao ponto: a visão sobre o sistema funerário precisa mudar.
Ele contou que a Funerária Distrital buscou referências em países da Europa e nos Estados Unidos, onde o setor já vem se transformando e se afastando da ideia de um serviço frio e burocrático. A partir desses estudos, a empresa decidiu romper com o modelo tradicional e adotar uma abordagem que coloca a história de vida no centro.
Segundo ele, ainda existe, no Brasil, muito preconceito e desconhecimento em relação ao sistema funerário. Muitos veem o serviço apenas como uma etapa técnica após a morte. A proposta da Funerária Distrital, nessa nova fase, é justamente mudar essa concepção: